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Fotografia de Daniel Jonas

Autor

Daniel Jonas

DANIEL JONAS nasceu no Porto, em 1973. Tem publicado maioritariamente poesia, destacando-se obras como Sonótono (Prémio PEN Poesia), Nó (Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes), Oblívio (Grande Prémio de Literatura dst e Prémio de Poesia António Gedeão) ou Cães de chuva (Prémio Literário Fundação Inês de Castro). Com Passageiro frequente, foi nomeado para o Prémio Europeu da Liberdade, atribuído pela cidade de Gdánsk. O conjunto da sua obra mereceu o Prémio David Mourão-Ferreira/Cátedra Aldo Moro da Universidade de Bari. Como dramaturgo, escreveu as peças Nenhures, Estocolmo, Reféns e o libreto Still Frank e colabora regularmente com as artes de palco. Tem extensa obra de tradução publicada, repartida por autores como Shakespeare, Milton, Pirandello, Huysmans, Dickens ou Wordsworth. A sua tradução de Contos de Cantuária, de Chaucer, recebeu o Grande Prémio de Tradução Literária APT/SPA. Doutorou-se em Teoria da Literatura pela Universidade de Lisboa. Lecciona nos ensinos básico e superior. Publicou recentemente Idade da perda (Assírio & Alvim) e A justa desproporção (Companhia das Letras), ambos distinguidos com o Prémio Fenprof/Sabseg António Gedeão 2026 e Grande Prémio APE/Câmara Municipal de Loulé de Crónica e Dispersos Literários 2026.

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